quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Mensagem para 2011

Que o Novo Ano, te encha o coração de esperança e concretizações a tds os níveis.
Que continue bem presente o AMOR que nos uniu, une...
Que o meu olhar possa cruzar o teu e dizer-te AMO-TE com tds as minhas forças.
Que o ano 2011 tenha um dia memorável como o 21 de Dezembro de 2010.
Que sp te possa dizer-te AMO-TE, ainda que por vezes as palavras tenham de ser aprisionadas.
Caso não seja possível para 2011 ficar para sempre ao teu lado, que permaneça essa esperança bem acesa dentro do meu peito.

Não te esqueças de ser FELIZ, ainda que distante de mim, a tantos e tantos Km de distância... mas tão perto de mim, bem dentro de mim, dentro do meu coração.

AMO-TE


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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Há uma semana atrás...

Faz 7 dias...
A esta hora estávamos deitados sobre o ninho do amor que nos uniu durante algumas horas.
Fizemos o que já não faziamos há 4 anos... AMOR
Senti-me tão tua... senti algo que nunca havia sentido... fui tua como nunca havia sido...
Senti-te em mim... senti que sentias algo diferente... foste meu... diferente das outras vezes...
Enquanto estavas dentro de mim... teu olhar me penetrava suavemente... invadias meu corpo, mente e coração...
Meus desejos foram teus... os teus transformei-os em meus...
Fantasias partilhadas foram concretizadas...
Um elo no nosso relacionamento foi acrestendado, mas mais forte que todos os anteriores...
Amamo-nos... intensamente...
Fui tua e tu meu...


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27.12.2010 – 22:33

Nestes momentos tão dolorosos que têm sido os últimos dias, até calmantes tenho tomado, li uma frase que me fez reflectir; hoje fui à leitura de outras frases, frases que me podem trazer alguma harmonia.

Das que li, algumas, transmitiram-me alguma paz, recordei-me de momentos só nossos, tive então a ideia de as escrever e de como nos inserimos nelas.

“O tempo é o melhor autor. Sempre encontra um final feliz”, nos últimos dias tenho sofrido e com isso derramo lágrimas; ao ler, sorri, pois entendi que o meu sofrimento pode existir mas o tempo, que sempre nos acompanhou, também nos une em momentos únicos, inesquecíveis, nossos.

Como, “Eterno é tudo aquilo que dura uma fracção de segundos, mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma força jamais o resgatará”, os minutos, segundos que passamos em conjunto marcam o meu coração, deixam memórias, que me fazem sorrir, que alimentam a minha alma e fortalece meu coração.

Fica a saudade, “Saudade é ser depois de ter”, uma verdade; em cada momento vivido a dois tive-te, assim como tu me tiveste, sou feliz por sempre ter teu carinho, atenção, mas, principalmente, o teu amor.

O nosso recente encontro, além de triste porque uma vez mais te distanciarás de mim, “Amar é querer-se perto, se longe; e mais perto, se perto”, fiquei indecisa, descrente até, quis interpretar o teu olhar, “O essencial é invisível aos olhos. Vê-se melhor com o coração”. Voltei a olhar-te, pedias-me para te olhar com o coração, com o nosso amor, mas eu não percebi.

“Em matéria de amor o silêncio vale mais do que a fala”, o silêncio foi o nosso companheiro, quando nossos olhares se cruzavam, meu coração disparava, após alguns momentos de silêncio era liberta a palavra mágica, a que só se diz quando se sente, quando se tem a certeza que existe no coração, a que não deve ser usada em vão, AMO-TE, uma vezes ditas por ti e outras por mim.

Considerei e, ainda considero, dolorosa a nossa separação geográfica, “O amor não conhece a sua própria intensidade até à hora da separação”, mas a verdade é que “Não considere doloroso o que é bom para si” tu és o Bom o Excelente para mim…

Aprendi que “Há vários motivos para não se amar uma pessoa e um só para amá-la”, eu amo-te por uma única coisa: “Na vida todos temos um segredo inconfessável, um arrependimento irreversível, um sonho inalcançável e um amor impossível”, tu és toda esta frase. És o meu segredo para algumas pessoas, o arrependimento por no passado ter tido medo de lutar por ti, um sonho inalcançável porque não posso ter-te para mim e és o meu único amor, mas… impossível.

O nosso passado é lindo, com alguns anos, mas muito pouco em comum, ainda assim “O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem”.

Quando nos conhecemos apaixonamo-nos sem nunca nos termos visto, quando nos vimos amamo-nos, porque “O amor não vê com os olhos, vê com a mente; por isso é alado, é cego e tão potente” e também porque “O essencial é invisível aos olhos. Vê-se melhor com o coração”.

“O tempo não espera por ninguém. Ontem é história. O amanhã um mistério. O hoje é uma dádiva, por isso é chamado de Presente”. Hoje, sinto que tenho a minha alma gémea, o amor da minha vida. Li num livro qualquer de Paulo Coelho que todos temos uma alma gémea, que pode cruzar-se nas nossas vidas e as reconhecermos, que podemos ficar com ela, ou, infelizmente, não; ou nunca a reconhecermos. Eu, conheço a minha; reconhecia-a no momento em que nossos olhares se cruzaram; comecei a entender que não estava enganada, que tu eras a alma gémea, a minha, quando fomos um só; com o passar do tempo tive a certeza que és tu; Não estamos lado a lado porque nenhum dos dois seguiu a famosa frase “Todos os nossos sonhos podem ser realidade se tivermos a coragem de persegui-los”.

O nosso amor é “O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem”, temo-nos dado um ao outro e sei que “Amar não é olhar um para o outro, mas olhar na mesma direcção”.

Digo-te:

AMO-TE, por ti, por mim, por nós ganho a coragem que não tive há 9 anos atrás, dou-te a minha mão, confio em ti e sigo, ao teu lado, o nosso AMOR…

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

22.12.2010 – 22:52

Não sei o que é, nem mesmo o que vai ser… Sei, apenas, que sinto uma dor dentro de mim, dor essa que faz com que chore de um forma descontrolada, que nem um bebé que queremos ajudar a suster as lágrimas mas não sabendo como.

Não sei o que se passou, passa ou passará, sei, apenas, que os nossos olhares se cruzaram vezes sem conta, mas, confesso, que não consegui interpretar aquilo que os teus olhos podiam dizer-me.

Escrevo estas palavras como forma de tentar perceber-me e de forma a expulsar esta dor, mas a verdade é que a dor permanece, as lágrimas deslizam, as palavras são escritas, mas o alívio não aparece.

Confesso que tenho medo, medo do significado do teu olhar que não interpretei, medo que estes momentos de rainha não se repitam, tenho medo… - E se o teu olhar se despedia do meu? – Não aguento… Não sei o que se passa ou como vão ser as coisas de hoje em diante.

Preciso de ti!

Preciso do teu beijo, com aquele sabor só teu;

Preciso do teu sorriso, tão belo;

Preciso do cheiro da tua pele, tão teu;

Preciso do teu olhar, tão meigo;

Preciso da força do teu abraço, tão reconfortante;

Preciso de ouvir o teu “amo-te”, de uma forma tão profunda;

Preciso de ti…!

Não sei o que se passa, sei, apenas, que em 10 anos nunca tinha sentido igual.

Tenho medo que desapareças da minha vida…

Tenho medo de me afogar nas lágrimas da tua distância…

Tenho medo de ouvir-te dizer “acabou”…

Tenho medo de olhar vezes sem conta para o telemóvel e este não tocar ou recepcionar qualquer mensagem…

Tenho medo de abrir o mail e não ter notícias tuas…

Tenho medo de abrir o teu perfil e sentir receio que qualquer uma das tuas amigas te afaste de mim…

Tenho medo…

Sei que tempos houve, no passado tão perto mas tão longínquo, que estivemos muito tempo sem ter notícias um do outro e de formar surpreendente recepcionava um email em que a frase inicial era: “olá paixão (…)”, mas hoje, depois de olhar-te no olhos e não interpretar o que me diziam, tenho medo que não aconteça algo idêntico ao passado, que deixes de dar notícias e que um dia qualquer eu não receba o tal email: “olá paixão (…)”…

Continuo a escrever a dor intensificasse e as lágrimas não cessam…

Amor, preciso de ti…

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Querido Pai Natal

Já te escrevi uma carta, mas hj preciso de escrever mais uma, esta com prendas bem necessárias:
- conformo,
- calor,
- alegria.

Conforto, para ultrapassar este momento tão doloroso...
Calor, como se de um abraço do meu amor se tratasse...
Alegria, para conseguir parar estas lágrimas e sorrir...

Querido Pai Natal, não te peço bens materias, esses são insignificantes, perto do sentimento que me enche o coração e alma.


Peço-te para além destes meus presentes, possas dar ao meu AMOR tudo aquilo que ele anseia receber...

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O teu nome - Miguel Gameiro

Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.

Falta me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha dor.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou entao dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

Porque todo ele é poesia,
corre pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

Falta-me dize-lo lentamente
falta soletra-lo devagar,
ou então bebe-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
quando a força faltar.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

(ESTEA LETRA É DEDICADA AO AMOR DA MINHA VIDA, À MINHA ALMA GÉMEA, AO MEU COMPANHEIRO NAS HORAS BOAS E REFÚGIO NAS HORAS MENOS BOAS, ...)

Foi, ainda, agora...

Foi há 9 anos;
Ainda sinto o que senti naquele dia;
Agora com mais intensidade...

Foi sentido algo forte,
Ainda o sinto,
Agora com mais intensidade...

Foi Amor?
Ainda pensei que não era possível,
Agora sei que sim, desde o primeiro dia...

Foi surpreendente;
Ainda sorrio;
Agora sei do que és capaz.

Foi arrepiante;
Ainda sinto acelerado o coração;
Agora espero pelo abraço.

Foi emocionante;
Ainda sinto a tua voz em mim;
Agora quero sentir-te.

Foi bom;
Ainda tenho na memória;
Agora quero revive-las.

Foi...
Ainda...
Agora...

Foi Amor...
Ainda é Amor...
Agora mais do que foi...

15.12.2010

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Carta ao Pai Natal

Uma vez que andamos em altura de escrever a carta com as prendinhas a pedir ao Pai Natal, sendo que por estes lados, também é usual termos uma, resolvi fazer a minha.

“Querido Pai Natal,

Como é do teu conhecimento não vale a pena escrever que fui boa menina, porque tu bem sabes que de menina nada tenho, pois o meu corpo é de mulher e a forma como vivo a vida o demonstra. Ok, ok, as formas do meu corpo “cheiinho” também demonstram que já sou bem graúda, mas adiante e reformulando o inicio da carta.
(…) Fui uma boa mulher, em todos os aspectos; não fiz mal a ninguém, aliás só faço bem, quando me dão oportunidade; todos os meus feitiços são bons, tu sabes que sim, quem está enfeitiçado por mim tem um sorriso de orelha a orelha… - ups, já sei não devo divagar, continuando - …e tantas outras coisas que poderia escrever para ter direito aos presentes que abaixo seguem:
 Uma bola de cristal, porque a que tenho está a ficar fosca, quando tento olhar para algo relacionado comigo é só nevoeiro que vejo;
 Um cheque prenda numa loja de “nails”, pois tenho de afiar as garras, estão gastas e não têm deixado marcas;
 Um, outro, cheque prenda de um bom cabeleireiro, em que seja um homem a tratar do meu cabelo, pois quero sentir as suas mãos a tentarem invadir os meus pensamentos;
 Outro cheque prenda de um spa, quero ser massajada por uma mulher, quero que me deixe relaxada mas em brasa,…
 Um gato que saiba fazer ronron comigo;
 Um feiticeiro que consiga concretizar os meus desejos e sonhos mais escondidos;
 Um homem, que me saiba tocar sentimentalmente;
 Um homem que me dê prazer
Por fim, deixa-me no sapatinho um papel a dizer:
“MulherGataeBruxa, tem juízo, que prendinhas só para as criancinhas”

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Não aguento mais..
Vou lançar-me deste abismo.
Sentir como fogem de meus pés
todas tristezas que me marcam.
Todas as lágrimas que caíram
Sobre a terra seca pelo sol
que me agoniza a dor.


Durante a queda
espero-te,
Meu anjo protector…
Agarra-me
pousa-me no chão firme.
Que tuas asas me protejam do frio que faz.
deixa-me chorar e soltar gemidos de angústia;
No fim, seca-me cada lágrima
com um beijo teu.
Ajuda-me a suportar esta dor e solidão.

Se não vieres…
Mergulharei neste mar de tristeza
deixarei que a água salgada pela dor
entre em mim…
Vou afogar-me…
Fecharei os olhos e deixarei vir até mim
Esse deus da morte Anubis
Que é metade homem metade lobo
Esse saberá receber a mulher que sou
E a gata que há em mim.


18.11.2010

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Loucura em final de dia

Conduzia em piloto automático, se me perguntassem onde estava teria de olhar em volta para poder responder; tinha sido um dia muito exaustivo, precisava de chegar a casa comer qualquer coisa, tomar um banho e deitar-me a relaxar.
Aquele trânsito no final do dia fazia com que o meu corpo estivesse ali, dentro do carro a conduzir em direcção a casa, mas meu pensamento encontrava-se ainda no meu local de trabalho, planificava o dia seguinte e lembrava-me de certas tarefas que não podia esquecer-me de realizar no dia seguinte.
Uma vez mais fiquei imobilizada na via, pelo trânsito, coloquei o carro em ponto morto, travei-o com o travão de mão para poder esticar um pouco as pernas; apoiei o braço na porta e pousei a cabeça sobre a mão, ainda concentrada nos pensamentos, assustei-me com o toque do telemóvel, atendi sem olhar para o visor.
- Olá Gata! Estás boa?
- Olá – disse sorrindo – sou boa, logo estou boa – terminei dando uma gargalhada.
- Sim isso já eu sei. E podes explicar-me porque estás tão pensativa?
- Eu pensativa?! Como sabes? – fiquei surpresa, como é que através da minha voz já tinhas percebido que estava a pensar.
- Sei que estás pensativa e o teu olhar diz tudo.
Sentei-me correctamente no banco e dei uma gargalhada.
- Sim, claro, o meu olhar diz tudo, tu até estás ao meu lado… – respondi-te brincando.
- Pois estou, tu é que não queres ver.
As tuas palavras deixaram-me em silêncio e a pensar no que querias tu dizer com aquilo, rapidamente percebeste por isso senti-te sorrir e disseste:
- Olha para o teu lado esquerdo. – Quando olhei para onde me tinhas indicado, vi-te sorrir para mim, esse teu sorriso que me encanta. – Sai na próxima rua à direita e pára. - Senti-te desligar o telemóvel. Todos os meus pensamentos tinham sido afastados por ti, sorria e desejava que o trânsito começasse a andar para poder seguir o que me tinhas dito.
Parei o carro, desliguei-o, abri a porta e sai, já estavas a estacionar atrás de mim e sorrias-me, - como o teu sorriso me conquistou, é lindo - fechei a porta e encostei-me à mesma para te esperar.
- Olá princesa! – Beijaste-me intensamente; como são poderosos todos os teus beijos, alteram de imediato o meu corpo, fico toda arrepiada, mas quente e desejosa por mais. Abracei-me a ti, - gosto dos teus abraços desde o primeiro dia, sinto-me protegida entre os teus braços, sinto o calor do teu corpo a aquecer o meu, sinto tudo aquilo que nos mantém assim, sempre, desejosos de estar um com o outro.
- Preciso destes teus beijos, não me fujas – pedi-te eu.
Colocaste-me o dedo nos lábios de forma a não dizer mais nada, afastas-te um pouco e começaste a admirar-me enquanto me passavas a mão pelos cabelos e me afastavas algumas madeixas do rosto - gosto destes momentos tão nossos. - Voltamos a nos beijar, sentir como me abraçavas e roçavas o teu corpo no meu deixou-me excitada. Abriste a porta de trás do carro e deste-me sinal para entrar, entrei e logo atrás tu, debruçaste-te para a frente e fechaste o carro, rapidamente vieste de encontro a mim, que esperava-te sorrindo.
Beijamo-nos intensamente, nossos desejos começaram a invadir-nos, senti as tuas mãos famintas devorarem o meu corpo.
Num ápice, comecei a desapertar-te a camisa, para poder sentir o teu peito nu; tirei-te a camisa, sempre a nos beijarmos. As tuas mãos puxavam-me o vestido para cima, começavam a arranhar-me, suavemente, as coxas - o que tu bem sabes que me deixa bem excitada. - Já te desapertava as calças quando paramos de nos beijar de forma a me auxiliares a ficarem desapertadas para poder agarrar no teu desejo por mim; estava duro, quente e húmido, que louco desejo e tesão; olhei-te de forma provocadora – algo só nosso – sorri-te e baixei-me. Levei a minha língua até àquela humidade que me esperava e desejava ser sugada, hummm, como era bom sentir o teu calor na minha boca, encostas-te no acento de forma a me deixares, lamber, sugar, enfim, devorar o teu desejo por mim.
As tuas mãos já me afastavam o boxer, indo de encontro ao meu calor e humidade – como fico molhada de excitação – senti os teus dedos suavemente me penetrarem, soltei um gemido de satisfação, por te ter ali a satisfazermos mais uma loucura.
Parei um pouco de lamber e olhei-te, agarraste-me os cabelos para teres uma visão do meu rosto e sorriste-me, fechaste os olhos e encostaste a cabeça; voltei a dedicar-me ao teu desejo, que estava muito apetecível. Os teus dedos continuavam a estar dentro de mim e a deixar-me ainda mais excitada, abri ainda mais as pernas, com a outra mão baixaste-me o vestido, desapertaste-me o soutien e agarraste os meus seios, massajando-os, os meus mamilos ficaram tesos de desejo; abocanhei ainda mais o teu desejo, hum…
Após alguns minutos de te ter dentro da minha boca, de tu me massajares o desejo e os seios, dizes:
- Quero-te dentro de mim.
Parei de te lamber e sorri:
- Eu também quero ter-te dentro de mim e vibrar em ti.
Sentas-te de forma a eu poder colocar-me em ti, lancei uma perna para o outro lado, levei a minha mão ao teu desejo, para o encaminhar para dentro de mim, fui-me sentando no teu colo e metendo-te dentro de mim; massajavas-me os seios e suavemente me trincavas os mamilos, hummm… Quando te tive completamente dentro de mim, tirei a mão e coloquei-as no acento, para ajudar-me no momento que se seguia.
Fechei os olhos e comecei a cavalgar no teu colo, sentia-te tocar-me bem no fundo, isso deixava-me ainda mais molhada, tua boca nos meus seios, faziam com que ficasse ainda mais louca e a desejar mais e mais, cavalgava que nem uma louca, queria sentir-te bater bem no fundo. Beijei-te, precisava de sentir paixão naquele momento, precisava de sentir que o desejo era dos dois, que as loucuras são nossas, que o que nos mantém juntos é sermos apaixonado pelos momentos partilhados a dois; sabias que era isso que buscava por isso deste-me.
Sei que nesse dia a excitação era tanta que o tempo de cavalgar em ti e sentir-te bater bem no fundo foi pouco, pois ambos sentimos necessidade de expulsar a nossa excitação rapidamente. Olhamo-nos nos olhos e ambos estávamos preparados para aquele momento; o que nos fez parar o carro num parque de estacionamento, iluminado pela lua e com o som do uivar de um cão qualquer daquelas casas mesmo ao lado e na rua de cima o trânsito ainda lento, como é habitual naquela hora do dia; continuei a cavalgar, colocaste-me as mãos nas ancas e ajudavas-me nos movimentos para cima e para baixo, levei a minha mão á boca humedeci a palma e posteriormente levei até aos teus amiguinhos redondos, massajei-os; ambos fechamos os olhos e partimos para aquele momento em que o vulcão lança a sua lava, em que o tsunami invade as praias, em que o sol e a lua se juntam formando um eclipse, estávamos a ser um só, estávamos a ter um orgasmo, sentia-me ficar toda molhada e sentir o teu suco bater bem no fundo; estremeci de uma forma louca… hummm…
No final olhamo-nos, beijamo-nos e ficamos abraçados durante uns minutos, cada qual com os seus pensamentos, mas a relaxar daquele louco momento. Saí do teu colo, limpei-nos e começamos a nos arranjar.
Depois de prontos, olhamo-nos uma vez mais e sorrimos.
- Gata, gostei muito de conversar contigo, este final de tarde, espero que haja mais conversas deste tipo.
- Claro que sim, sempre que quiseres podemos conversar. - Sorri-te e levei um dedo à boca mordendo-o de forma a provocar.
Beijaste-me levemente os lábios e saíste do carro, deste-me a mão para me ajudar a também sair.
Ficamos de frente um ao outro, olhávamos bem no fundo enquanto sorriamos; um novo beijo foi dado. Caminhaste em direcção ao teu carro, abriste-o, atiraste-me um beijo e entraste. Fechei a porta traseira, abri a da frente, acenei-te e atirei-te um beijo, que respondeste piscando o olho, entrei para o carro e segui com um sorriso nos lábios e já relaxada o suficiente, para que assim que entrasse em casa, tomaria um banho, comia algo e iria dormir de imediato com o cansaço daquele final de tarde.


27.10.2010

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Eu não sei bem o que se passa, mas que algo se passa, passa

Já olhei várias vezes para o calendário a confirmar se estamos mesmo no mês de Outubro; já me belisquei para ter a certeza de que não é nenhum sonho. Fevereiro é que é o mesmo dos gatos, logo o mês em que ando mais assanhada e que com o cio os gatos procuram-me, mas estamos em Outubro Estou bem acordada, por isso aquilo que vivo ou me dizem é mesmo verdade.

Pois bem, passo a explicar este meu prefácio:
O meu ego está bem lá no alto, por isso já sei que a queda vai ser impressionante, vou ficar toda partida e vou ter de chamar uma ambulância, só rezo que não me apareça um bombeiro fardado pela frente, aí esquecerei as dores… - ai as fardas… bem adiante… - escrevia eu sobre o ego, nestes últimos dias tenho recebido muitos elogios, preparem-se, agora vem a melhor parte, de homens e mulheres, sim mulheres também me têm deixado sem palavras…
Há uns dias atrás um colega disse-me que eu sou tipo furacão, que ninguém fica indiferente pois é tamanho o abalo que quase caem a meus pés – algo que considero exagerado, eu sei, que por onde passo o meu perfume permanece, que marco o local, mas daí a ser um furacão ainda vai uma distância.
Ontem recebi uma mensagem, anónima, em que era mencionado que estava incrivelmente bonita e provocadora e que tenho feito parte dos seus desejos e sonhos - como devem imaginar fiquei toda babada, mas surpresa por a mensagem ser anónima; até ao presente momento, ainda sem saber o remetente. :)
Uma mulher, amiga, surpreendeu-me e beijou-me… hummm, que beijo bom aquele… depois, por mensagem, diz-me que gostou muito e ainda afirma que quer repetir - os meus pensamentos entraram a alta velocidade nos desejos mais íntimos, eu não sou de ferro… também tenho calores e fico húmida.
Uma amiga, escreveu-me que me imagina como um vulcão no que se refere à intimidade - eu?!… uma gatinha mansinha ser um vulcão?… deve andar a imaginar coisas… logo eu, tão pacata, discreta e introvertida… :) :)
Um grande amigo, que confesso já foi uma grande paixão e vivida com muita intensidade, olhou-me nos olhos e disse-me que estou diferente, que o meu olhar é provocador e que se sente novamente atraído, que o meu olhar deixa-o com desejos íntimos – :) fiquei sem palavras e fechei os olhos… pensei logo, tenho de colocar uns óculos de sol, beijei-lhe a mão e pedi-lhe para se ir embora.
No meu local de trabalho têm-me dito alguns piropos; que estou com uma pele bonita; com um brilho no olhar especial; até uma superior, das de mais alto nível, disse-me, ontem, que se soubesse assobiar que me assobiaria só ao ver-me passar, pois estava incrivelmente bonita… fiquei vermelha… e sorri…
Por isso o meu ego está bem lá no alto, mas já sei o que me espera, uma descida muito turbulenta, por isso peço aos meus amigos, por favor, quando eu parar de cair, POR FAVOR não me mandem ninguém fardado, porque se me aparece alguém fardado à frente vai levar com toda esta minha excitação...

28.10.2010

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Os teus beijos

Os teus beijos, intensos, envolventes, quentes, doces, desejáveis, loucos...
Os beijos que tantas vezes me deixaram fora de mim
Lentamente vão ficando distantes de mim...
Vão desvanecendo de mim.
Já quase não sei como é o toque dos teus lábios no meus,
Deixei de distinguir o seu sabor…
Já não sinto o teu cheiro em mim…
Tudo vai desvanecendo…
Na memória resta um primeiro abraço,
Um primeiro sorriso,
Um primeiro beijo,

Mas os beijos mais recentes, que já são longínquos no tempo, esses se apagaram de mim…


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amo.te

Presente de Natal para a minha alma gêmea

terça-feira, 12 de outubro de 2010

ACABOU

Acabou-se tudo…

Acabou a festa, a gracinha, o teu ego bem lá no alto…

Hoje quero que seja o meu a ficar no alto.

ACABOU.

Não quero mais sentir isto que se apodera de mim;

Não quero mais trocar mensagens de carinho;

Não quero mais ouvir-te dizer que me adoras;

Não quero….

Quero apenas ouvir a tua voz como amigo;

Quero ler as tuas mensagens de amigo;

Quero ouvir dizer que gostas de mim como amigo.

ACABOU.

Não quero mais, sentir que… afinal apenas me iludi...

Não quero mais esperar…

Desesperei de tanto esperar mas mais ainda por me ter iludido.

Não quero mais…

ACABOU.

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Mulher / Bruxa


A mulher sonha,

A bruxa faz o sonho acontecer,

A mulher mentaliza,

A bruxa a transforma em realidade,

A mulher desperdiça tempo,

A bruxa recicla,

A mulher vive em busca de Deus,

A bruxa vive sua natureza Divina,

A mulher se vale de autoridade,

A bruxa de malicia,

A mulher destrói sentimentos,

A bruxa faz renascer,

A mulher cria,

A bruxa transforma,

A mulher conquista um homem,

A bruxa encanta e seduz,

A mulher faz o homem ter um momento de prazer,

A bruxa manipula seus sentidos,

A mulher possui o corpo de um homem,

A Bruxa a alma,

A mulher faz um homem se apaixonar,

A bruxa o enlouquece de desejo,

A mulher pode ter vários homens,

Ah! mas só a bruxa os possui!

A mulher é capaz de matar por um grande amor,

Mas só a bruxa é capaz de morrer por ele?

(um poema dedicado meu amigo, virtual, Carvalho, 07.10.2010)

Adoro...

Adoro a forma como…

Entraste em mim;

Adoro a forma como…

Permaneces em mim;

Adoro a forma como…

Me enfeitiças;

Adoro a forma como…

Me atiças;

Adoro a forma como…

Me provocas;

Adoro a forma como…

Como me enfureces;

Adoro a forma como…

Te ausentas de mim;

Adoro a forma como…

Escreves cada mensagem;

Adoro a forma como…

Falas ao meu ouvido;

Adoro a forma como…

Agarras em mim;

Adoro a forma como…

Me beijas cada recanto do corpo;

Adoro a forma como…

Me fazes tua;

Adoro a forma como…

Sou tua.

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06-10-2010 - Anubis

Anubis,

Queria a tua presença na minha vida sentimental, que me matasses este sentimento...


Este sentimento que apareceu sem que eu percebesse, que cresceu sem que eu estivesse atenta, que criou raízes profundas...

Tomei consciência da existência dele e isso deixou-me de rastos sem vontade para nada a não ser extermina-lo, mas após uma conversa, com o dono desse sentimento, deixei que continuasse em mim. Fez com que sorrisos aparecessem, vontades e desejos, mas pior ilusões...

No fim de semana essas ilusões foram arrancadas, sendo que deixaram marcas em mim, profundas, dolorosas...

Esperava que ao desaparecerem ilusões este sentimento acabasse por ir murchando, mas a verdade é que se tornou mais forte, mais intenso, mais poderoso, mais desvastador... e agora eu penso... Da próxima vez eu não voltarei a iludir-me, mas a verdade é que... continuo iludida... em sofrimento... mas adoro a forma com que este sentimento toma posse de mim...

Confuso não?

Por isso precisava que o Deus da Morte entrasse em mim e matasse este sentimento.

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29.09.2010 - II

Já te pedi que me prendas,

Já te pedi que me faças tua,

Já te pedi que me dês prazer,

Já te pedi tudo isso e agora quero muito mais.

Mais que uma prisão, um prazer ou desejo…

Quero seguir o caminho para o teu coração

Quero entrar nele e nele permanecer.

Não te vou pedir que te apaixones,

Não te vou pedir que me ames…

Apenas, quero que gostes de mim,

Quero que me desejes…

Que me possuas…

Por isso te peço, olha-me, sorri-me e gosta de mim;

Porque eu olho-te, sorrio-te e apaixono-me a cada olhar teu…

Não penses que quero que te apaixones

Não pense que quero ser tua para sempre;

Não penses que quero o impossível.

O que eu quero é esta paixão em mim e sorrir por te ter aqui.

Olha para mim e deixa que te diga:

Estou apaixonada por ti.

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29.09.2010 - I

Estive ausente da minha escrita porque a vida tem destas coisas, falta de tempo e de inspiração. A minha inspiração foi sempre dos sentimentos de loucura, desejo e paixão, neste momento, não é que não existam em mim, mas estão “calmos” derivado à mencionada falta de tempo e por uns acontecimentos ocorridos às uns dias atrás; algo que nunca me havia acontecido.

Num dia normal, como tantos outros, no final da tarde tive um desequilíbrio emocional e sentimental, algo que não esperava que me acontecesse, principalmente por ser a primeira vez. Hoje parece-me que nesse dia sofri da doença bipolar, ou seja, estava a sorrir e de um momento para o outro, só porque não me foi satisfeito um “capricho”, entrei num estado de desequilíbrio que só por ler uma mensagem mergulhei em tristeza e choro; chorei como já não me lembrava fazê-lo, parecia uma criança.

Segurava o telemóvel, incrédula com a mensagem, o cotovelo apoiado no volante e a mão a segurar a cabeça, as lágrimas a encharcarem o rosto. Fechei os olhos e desejei desaparecer, não existir; atirei com o telemóvel para o banco do passageiro; baixei a cabeça, ficando apoiada no volante, chorei durante alguns minutos, soltando alguns gemidos de sofrimento; entre lágrimas e soluços perguntei-me várias vezes “Porquê? Porque tudo tem de ser assim?”, como é evidente não obtive qualquer resposta. Acalmei um pouco e resolvi ir para casa, pois sentia-me mais calma, com os pensamentos pendurados, sendo que esperava que não viesse nenhum vento forte para fazê-los esvoaçar.

Liguei o carro e iniciei a minha viagem, até que sem contar apareceu uma ventania nos pensamentos, ao recepcionar uma mensagem em que me dizia “será isso mimo?”; foi a gota de água para transbordar o copo. Senti uma fúria a invadir-me, a cabeça quase explodia, queria mandar passear todas as pessoas, ou desaparecer… Como estava numa auto-estrada não podia enviar resposta à mensagem recepcionada. Sem me aperceber comecei a acelerar, a conduzir que nem uma louca, furiosa com ele, por me ter enviado aquela mensagem, mas muito mais comigo própria por permitir que me fizessem sentir assim.

Rapidamente cheguei a uma estação de serviço onde parei o carro. Respirei fundo, e enviei uma mensagem à minha amiga, uma forma de pedir auxílio, sem que ela percebesse o real sentido; não obtive resposta rapidamente, como desejava, sabia que não poderia responder-me, mas eu queria receber resposta, precisava de ler algo escrito por ela, enviei mais uma e logo a seguir outra e mais outra… expulsei parte da fúria naquelas mensagens.

Quando me senti mais calma resolvi dar resposta à mensagem que me tinha deixado naquele estado; enquanto a escrevia recebi o telefonema dele, aquele que uns minutos antes tinha dito que eu estava com mimo. Não atendi, não queria atender e ouvir a voz dele, estava com receio daquilo que lhe podia dizer sem pensar nas consequências. O telemóvel continuava a tocar e eu sem conseguir terminar de escrever a mensagem, voltei a respirar fundo, fechei os olhos e atendi… Ao ouvir a sua voz, as lágrimas soltaram-se, rolaram pelo meu rosto e cairam sobre as pernas, humedecendo a saia que vestia; tentei esconder que chorava mas ele percebeu de imediato. Perguntou-me se estava a chorar e eu tive de lhe mentir, disse-lhe que não, que era impressão dele; não me pareceu muito convencido, mas respeitou aquele meu momento, pediu-me para lhe contar o que se passava, disse-lhe para esquecer o assunto e que precisava de uns minutos para falarmos pessoalmente, anuiu, terminamos a conversa nesse momento desejando bom fim de semana. Desliguei o telemóvel e dei alguns murros no volante, sim fui bruta; levei as mãos à cabeça e sentia como se fosse explodir; gritei “Porquê? A mim? Porquê?”; as lágrimas continuavam a soltar-se, não conseguia controlar, não sabia o que fazer, e só desejava desaparecer.

Apesar de já ter falado com ele, acabei de escrever a mensagem “Pode haver mimo pelo meio é verdade, a culpa é minha, eu não deveria ter permitido este sentimento ter entrado em mim e também não deveria ter-te contado a existência do mesmo.”. Ao terminar li-a várias vezes a pensar se deveria ou não enviar, mas após alguns momentos de reflexão, fiz enviar. Avisei a minha amiga de que tinha de desaparecer, por isso que iria desligar o telemóvel assim que recebi uma mensagem dela a aceitar a minha decisão, ainda que preocupada e interessada em saber os verdadeiros motivos, desliguei o telemóvel.

Quando cheguei a casa, tomei um banho, comi algo, não me recordo agora o que foi em concreto e tomei um calmante; assim que me deitei fechei os olhos e adormeci, pelo cansaço, por me arderem os olhos e o calmante também deve ter ajudado, só acordei no dia seguinte. Despertei e fiquei deitada a olhar o infinito, a tentar encontrar-me, pois não conseguia perceber o que tinha acontecido no dia anterior, como não encontrei qualquer resposta às minha dúvidas, levantei-me, preparei-me e fui para o ginásio, de onde só saí quando já não tinha mais forças, aquele desgaste foi uma forma que arranjei para afastar os pensamentos… Sentir a água cair pelo meu corpo para limpar aquele suor, que tinha humedecido as minhas roupas, fez-me sentir mais solta e pensei que era bom sentir-me leve e viva. Ao regressas a casa, liguei o telemóvel e tinha mensagens de preocupação da minha amiga e dele; respondi de imediato às mensagens, inclusive à dele. Para continuar a sentir-me mais solta e leve, fui fazer uma das coisas que mais gosto, fui às compras.

Ainda que tivesse alguma tristeza em mim, estava mais tranquila, leve e solta. O pensamento que mais me invadia é que tinha de aprender com toda a situação e que deveria manter-me no meu canto e esperar, porque também há necessidade de aprender a ser paciente.

Com o decorrer do dia, uma vontade cresceu em mim, uma louca vontade de lhe enviar uma mensagem, não controlei e enviei; mas “pior” depois disso, foi a vontade de ouvir a sua voz, liguei-lhe sem pestanejar e quando ouvi a sua voz percebi que ele é a minha paixão.

Passados alguns dias, hoje, 29 de Setembro, sinto-me nova, com nova atitude para a paixão e para com ele; não quero mais ter o desequilíbrio que tive, por isso quero voltar a sorrir, a desejar que ele me dê prazer; continuará a ser a minha paixão, o templo do meu desejo, a prisão do meu sentimento.

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

15.09.2010

Há cerca de dois anos, sensivelmente, aprendi que a paixão pode ter tudo de bom e muito de mau. Sofri e muitas lágrimas foram derramadas. Tomar consciência que momentos partilhados e palavras ditas, no silêncio das mesmas, afinal, tinham sido falsos, entendi que realmente eu não sei ler olhares, aprendi que no mundo das paixões e do amor eu sou uma aluna do nível básico, e para quem se considerava uma quase licenciada isso é uma desilusão, é o assassinato de uma ilusão. A consciencialização dessa realidade assustou-me e quase me derrubou. Os dias foram passando bem como a dor e desilusão que foram esmorecendo e essa paixão foi esquecida, não apagada, mas esquecida, guardada numa divisão do meu coração em que a porta foi fechada. Disse para mim mesma que isso não mais aconteceria, pois não ia permitir que uma paixão me invadisse de novo.

Pois bem, à uns dias atrás, estive em retiro espiritual, como alguns amigos o sabem, - bons amigos, que marcaram a sua presença de alguma forma, dando-me muita força, através de telefonemas ou mensagens, ainda que sem conhecimento do verdadeiro motivo do retiro ajudaram-me, abriram-me os olhos, se é que se pode aplicar este termo, - foi um retiro porque de um momento para o outro tomei consciência de que esse sentimento, que não mais queria sentir, me tinha invadido o peito, sem que eu percebesse ou aceitasse.

Os primeiros dias foram de negação e de revolta, de muita revolta, comigo mesma. Pensei e pensei e quis retirar este sentimento de dentro de mim, arranca-lo como quem arranca uma pétala a uma rosa, sem dó nem piedade, risca-lo neste capítulo do livro da minha vida, tinha de extermina-lo fosse de que forma fosse, o importante era que o sentimento desaparece, sendo que o melhor seria da mesma forma como tinha aparecido.

Não queria voltar a sofrer, não derramar lágrimas de tristeza. Melhor, eu não quero, nem posso, não tenho forças para voltar a sofrer, de voltar a perceber que vivi momentos de mentira, momentos que só foram bons para mim e que não foram intensos para a outra pessoa como para mim, que no final o resultado foi uma facada no meu coração, que se tornou sensível ao toque e muito mais ao sentimento paixão.

Esta paixão que sinto, ainda que não a quisesse, sinto-a e com muita intensidade.

Fui quase “obrigada” a contar ao meu apaixonado o motivo do meu retiro espiritual, por consequência perguntou-me por quem me tinha apaixonado; apesar de ter fugido a essa pergunta, ele cercou-me e perguntou-me se era por ele; poderia ter-lhe mentido, pois a conversa estava ser telefónica, ele não teria lido o meu olhar, por isso acreditaria nas minhas palavras, mas não consegui e admiti o meu sentimento por ele. Disse-lhe também de que esse sentimento existia mas que o iria fazer desaparecer, por isso ele não necessitava de se preocupar. Pediu-me que não o fizesse pois os momentos vividos a dois são mais intensos quando existe paixão. Hoje penso e percebo as palavras dele.

Estou em retiro espiritual, este melhor do que o anterior, pois estou longe dele, km nos separam e quase não temos comunicado, o que me tem ajudado a reflectir, temos muito em comum, vivemos as coisas com a mesma intensidade, pensamos em algo da mesma forma e agimos igual, isso faz-me sorrir, momentaneamente, quase choro, de alegria.

Quando vejo uma mensagem recebida ou uma chamada não atendida salto de emoção, sinto-me uma adolescente. Nesses momentos percebo que devo dar uma oportunidade a este sentimento, sei que posso vir a sofrer, uma vez mais, mas também pode não acontecer,..

Mas,.. ele não me vai fazer sofrer, porque ele não me está a mentir; ele não me disse que está apaixonado por mim; ele não me pediu para acreditar no seu sentimento; ele não me disse palavras que tocam o coração olhando-me nos olhos; ele apenas me pediu para deixar que este sentimento exista em mim, para viver intensamente todos os momentos partilhados a dois e isso é possível, bem possível, porque ambos desejamos viver mais momentos a dois, eu com mais intensidade porque vivo apaixonada por ele, mas ele também pode vive-los com a intensidade do momento…

Não importa que ele não viva uma paixão por mim, não importa, pois assim eu não sofrerei mais tarde por a paixão dele nunca ter existido porque a realidade é que não existe, nem sofrerei por mentiras, porque ele não precisa de me mentir, pois ele nunca me disse que estava apaixonado por mim.

O importante é ele continuar a ser ele próprio e a viver esta paixão, mas sem esquecer que quero viver momentos sexuais loucos.

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14.09.2010

Passei a barreira do impossível, fechei os olhos e tive-te aqui, ao meu lado.

Olhei-te, bem fundo, na profundidade do teu olhar, e disse-te “Preciso-te”.

Abraçaste-me e beijamo-nos apaixonadamente. Senti-me vibrar nos teus braços. O meu sentimento fez-se sentir.

O beijo já não foi de desejo carnal, sexual, foi um beijo apaixonado, mais intenso do que os anteriores, pois agora existe um sentimento mais poderoso, mais…

Abro os olhos e sorrio.

Quero beijar-te novamente, sentir os teus lábios colados aos meus, quero ser tocada por ti, quero que me observes, quero ser admirada por ti, quero ver-te olhar-me e que sempre possas sorrir…

Não preciso que o teu olhar me penetre; não preciso que o teu sorriso brilhe como meu; não preciso que em ti exista o mesmo sentimento que o meu; não preciso…

Descobri que quero ter-te, por perto, continuando assim a alimentar este sentimento que nutro; vejo-te com olhar de apaixonada mas não podes não o ter.

Quero que continues a ser tu próprio, aquele que quero para mim, que me faz vibrar, sorrir, cantar, desejar…

Não fujas de mim que não quero fazer-te mal, quero ter-te em mim; dentro de mim, no meu sentimento; perto de mim…

Agora, que vejo e tenho a noção deste sentimento que tenho por ti, apenas te peço, “Deixa-me sentir-te por perto”.

Sê tu próprio e continua a fazer-me feliz…

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08.09.2010

"Certo dia, uma gata que desejava ser a sapa para um sapo, aventurou-se...
Saltou do paradão ao mar e começou a nadar, um mar revolto e enfurecido com uma gata que, por sua natureza, não deveria nadar. Nadou e nadou, sempre com a intensão de beijar os lábios do sapo. Olhou em volta e o seu horizonte era apenas oceano, para que lado olhasse... Estava exausta e sem forças, um barco aproximou-se e salvou a gata, que se encontrava desidratada. Foi seca e alimentada, assim que recuperou forças, a gata, teimava em perseguir o seu caminho. Os marinheiros chamaram-na à razão, fazendo-a entender que morreria naquele mar antes de conseguir, sequer, ver o sapo. A gata consciencializou-se e por isso resolveu enviar, vitualmente, um beijo do tamanho do oceano que os separa e com a força desse mar que quase derrubou a gata teimosa e louca. Assim foi um dia da GataAssanhada em que desejava beijar os lábios do sapo; ou um dia da bruxa que percebeu que o seu feitiço se virou contra ela própria; na realidade é o desejo de uma mulher, eu, que se apaixonou por um homem lindo, encantador, louco, envolvente, amigo, sedutor, brincalhão, apaixonante... simplesmente, TU"
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

1º dia de retiro espiritual

Ontem anunciei, não aqui, mas abaixo segue a comunicação, de que estaria em retiro espiritual:

“Olá meus amigos ,

Informo que, sinto necessidade de fazer um "retiro espiritual", por isso vou ausentar-me por tempo indeterminado. Entendam como “retiro espiritual” tempo para mim própria, para reflexão. Os últimos acontecimentos, obrigam-me a que tome esta iniciativa.

Não se preocupem, estou bem, mas para poder voltar a sentir-me com um sorriso de orelha a orelha, tenho de o fazer.

Deixo um beijo, repleto de carinho, a todos aqueles que sentirem a minha ausência, aos outros deixo um abraço.

Amulhergataebruxa”

O final do dia de ontem e a noite foi passada a reflectir, a tomar consciência de que estou, mesmo, a nutrir este sentimento que não desejava mais sentir, paixão. Estou dividida, o meu pensamento não quer sentir isto, mas a parte sentimental quer…

L não consigo, sinto-me sufocada, sem saber o que fazer…

Alguns momentos do dia foram passados a reflectir, mas desta vez o pensamento está a ser mais forte do que o sentimento. Racionalmente, a relação que tenho, quer dizer tinha… mas tenho… - sei lá bem como agora está a relação - reformulando da melhor forma, a relação que tinha era excelente, baseada essencialmente na amizade e confiança mas que há mistura tinha muito desejo sexual que nos momentos partilhados em comum se traduzia em prazer para ambos, uma vez que não quero perder essa relação considero que esse sentimento vai interferir por isso há que terminar com ele. Sentimentalmente, é bom sentir isto, uma paixão dá intensidade aos momentos partilhados a dois, nisto ele tem razão quando me diz isto, faz com que eu sorria, brilhe, ande ainda mais alegre, mas… em tudo há sempre um mas, também traz os sentimentos de posse, ciúmes, carência, solidão em momentos em que não estamos juntos, saudade que dói… e são estes sentimento que eu não quero, pois ele poderão colocar em causa esta amizade colorida.

L que vou eu fazer com tudo isto? Para que fui eu tomar consciência de que este sentimento estava a crescer dentro de mim? Porquê? Porque é que ele acha que esse sentimento é bom e que eu não devo querer tira-lo dentro de mim? Porquê?

Tenho perfil num site relacionado com signos e tarot e logo hoje recebi esta mensagem:

“Abrindo-se a novas oportunidades

O 7 de Ouros emerge do Tarot como arcano de aconselhamento para você neste momento, sugerindo que neste momento é preciso que você reconheça que a vida é muito mais ampla do que muitas vezes percebemos. Muitas vezes nos limitamos indevidamente, achando que nossas opções são restritas, quando estamos redondamente enganados, ignorando a extensão de nossas reais possibilidades. Enfiamos na cabeça que queremos uma coisa, mas não nos damos conta de que há outras tantas muito melhores ao redor. Procure olhar com mais atenção ao seu redor e você enxergará possibilidades e portas que não havia reparado antes.”

Será que aquilo que eu quero, retirar este sentimento de dentro de mim é o que se refere em “(…)Enfiamos na cabeça que queremos uma coisa, mas não nos damos conta de que há outras tantas muito melhores ao redor (…)”, se há algo melhor do que isso, o que é esse algo?

A consciência do próprio valor

Entre os dias 27/08 (Hoje) e 14/09, o Sol estará iluminando o coração do planeta do amor em seu mapa, no caso, Vênus. Estes tendem a ser dias em que você percebe de maneira mais acentuada o seu próprio valor pessoal. Suas qualidades e as coisas que a tornam numa pessoa singular e única ficam mais evidentes. É como se as pessoas vissem em si, neste período, mais a sua beleza subjacente do que o seu lado criticável. Por consequência, é um bom período para exercitar o seu melhor lado, tornando-o ainda melhor! Este é um momento para "contaminar positivamente" as pessoas com as suas boas qualidades, e perceber a imensa beleza que existe em sua alma.

Sinceramente não estou a ver como é que vou conseguir perceber isso tudo, nem me imagino sendo “(…) pessoa singular e única ficam mais evidentes. É como se as pessoas vissem em si, neste período, mais a sua beleza subjacente do que o seu lado criticável (…)”.

“Se calhar não deveria ler nada disto, isto está a deixar-me mais baralhada” disse para mim mesma, mas pensei que poderia perguntar ao tarot se ele também sentia paixão por mim - uma vez que creio que não, mas parte de mim gostaria que sim, estou a exteriorizar este meu desejo, logo mais uma consciencialização – aqui está o resultado

1 - Tema: 9 de Paus - Obstáculos passageiros

O arcano IX do naipe de Paus traz à tona a ideia de esforço necessário a fim de superar obstáculos temporários. – Sim estou a fazer um enorme esforço para superar tudo isto de uma forma fácil e que não estrague a relação que tenho com ele.

2 - Aspectos Favoráveis: 8 de Ouros - Descobrindo novos potenciais

O arcano VIII do naipe de Ouros traz consigo um crescimento sadio, quando sob uma maior cautela. – Quero continuar no meu crescimento sadio mas como?

3 - Aspectos Negativos: 9 de Ouros - Distracções inconvenientes

O arcano IX do naipe de Ouros representa principalmente ganho. Solidificação e materialização das perspectivas. – Nem sei o que pensar…

4 - Conselho: O Ceifador - A importância de deixar ir

Neste arcano XIII do Tarot, os relacionamentos representados pela Morte significam fim e renascimento. O portal para uma vida nova. – O que é que está a terminar??? Eu sabia que este sentimento ia estragar a relação que temos, por isso o melhor que tenho a fazer é acabar com ele, espero que ainda vá a tempo.

5 - Resultado Final: 10 de Espadas - Finalização (radical) dos problemas

O arcano X do naipe de Espadas representa um final doloroso para algo que precisava terminar. Dói, mas é necessário! – Pois… aqui está o que eu não queria, um final… porque é que este sentimento tinha de crescer em mim, agora vai estragar aquilo que mais quero e desejo…

6 - Quais lições preciso aprender para me relacionar melhor?

O Julgamento - Descartar e renovar

A figura deste arcano XX do Tarot representa a transição, a transformação constante da vida. – Eu aceito que com o crescimento haja uma transformação, mas será mesmo necessário terminar com esta relação que me fez viver coisas tão boas e desejar sentir outras bem melhores?

7 - O que ele/ela sente por mim? 6 de Copas - O passado que perdura

O arcano VI do naipe de Copas traz à tona prazer, realização, alegria de viver, satisfação vitalidade e leveza. – Pois ele para continua a ter a alegria de viver precisa que eu não tenha este sentimento, mas ele agora sabe que existe, logo ele próprio se vai afastar…

O 9 de Paus como arcano central de sua questão afectiva sugere um momento de obstáculos temporários. Poderá sentir muita fadiga por conta de uma série de problemas de última hora ou de factores inesperados que lhe irritarão bastante. – Hoje foi o dia dos contratempos, dos problemas profissionais, das alterações de planos familiares, neste aspecto está correctíssimo. - Todavia, mantenha em mente que tais obstáculos não surgem para que você desista dos seus intentos, mas para que você se concentre melhor e tenha consciência de que a vida é assim: obstáculos surgem para serem resolvidos. – Pois, acredito e como vou resolver este obstáculo que surgiu na minha vida, um sentimento que não mais queria sentir, paixão? - Procure acumular energia e não actue com precipitação. – Espero que o fim de semana me ajude a recuperar essa energia, pois a vida profissional não tem ajudado em nada a que esteja mais relaxada. - Faça movimentos económicos, descanse e evite querer resolver coisas que demandam mais tempo. – Se não resolver nada agora, posso sempre resolver mais tarde, mas também aprendi que não devo adiar as coisas que necessitam de resolução rapidamente… e agora? – Você descobrirá que existe algo de poderoso dentro de si, que lhe dá forças mesmo quando você sente que não há nada a se fazer. – Se calhar, é melhor mesmo recuperar forças, adiar uns dias a resolução disto, e se calhar vou descobrir esse algo poderoso dentro de mim…

Atritos e estresses entre você e (nome do dito cujo) poderão ocorrer, além de uma série de problemas de ordem prática, da parte dele (atrasos, questões familiares ou de trabalho, etc.), que poderão lhe desanimar. – Mais desânimo? Não sei se aguento… - Diante de obstáculos de difícil solução, apenas se imobilize. Tudo se resolverá por si. – Vou esperar??? Aiiiiii e agora

Realmente não deveria ter lido a mensagem sobre o meu signo e o tarot para estes dias mais próximo e muito menos tentado saber o que ele sente por mim, pois fiquei ainda mais indecisa, triste e sem saber o que fazer….

Que dia de retiro espiritual não teve nada favorável.

L

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