quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

22.12.2010 – 22:52

Não sei o que é, nem mesmo o que vai ser… Sei, apenas, que sinto uma dor dentro de mim, dor essa que faz com que chore de um forma descontrolada, que nem um bebé que queremos ajudar a suster as lágrimas mas não sabendo como.

Não sei o que se passou, passa ou passará, sei, apenas, que os nossos olhares se cruzaram vezes sem conta, mas, confesso, que não consegui interpretar aquilo que os teus olhos podiam dizer-me.

Escrevo estas palavras como forma de tentar perceber-me e de forma a expulsar esta dor, mas a verdade é que a dor permanece, as lágrimas deslizam, as palavras são escritas, mas o alívio não aparece.

Confesso que tenho medo, medo do significado do teu olhar que não interpretei, medo que estes momentos de rainha não se repitam, tenho medo… - E se o teu olhar se despedia do meu? – Não aguento… Não sei o que se passa ou como vão ser as coisas de hoje em diante.

Preciso de ti!

Preciso do teu beijo, com aquele sabor só teu;

Preciso do teu sorriso, tão belo;

Preciso do cheiro da tua pele, tão teu;

Preciso do teu olhar, tão meigo;

Preciso da força do teu abraço, tão reconfortante;

Preciso de ouvir o teu “amo-te”, de uma forma tão profunda;

Preciso de ti…!

Não sei o que se passa, sei, apenas, que em 10 anos nunca tinha sentido igual.

Tenho medo que desapareças da minha vida…

Tenho medo de me afogar nas lágrimas da tua distância…

Tenho medo de ouvir-te dizer “acabou”…

Tenho medo de olhar vezes sem conta para o telemóvel e este não tocar ou recepcionar qualquer mensagem…

Tenho medo de abrir o mail e não ter notícias tuas…

Tenho medo de abrir o teu perfil e sentir receio que qualquer uma das tuas amigas te afaste de mim…

Tenho medo…

Sei que tempos houve, no passado tão perto mas tão longínquo, que estivemos muito tempo sem ter notícias um do outro e de formar surpreendente recepcionava um email em que a frase inicial era: “olá paixão (…)”, mas hoje, depois de olhar-te no olhos e não interpretar o que me diziam, tenho medo que não aconteça algo idêntico ao passado, que deixes de dar notícias e que um dia qualquer eu não receba o tal email: “olá paixão (…)”…

Continuo a escrever a dor intensificasse e as lágrimas não cessam…

Amor, preciso de ti…

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Querido Pai Natal

Já te escrevi uma carta, mas hj preciso de escrever mais uma, esta com prendas bem necessárias:
- conformo,
- calor,
- alegria.

Conforto, para ultrapassar este momento tão doloroso...
Calor, como se de um abraço do meu amor se tratasse...
Alegria, para conseguir parar estas lágrimas e sorrir...

Querido Pai Natal, não te peço bens materias, esses são insignificantes, perto do sentimento que me enche o coração e alma.


Peço-te para além destes meus presentes, possas dar ao meu AMOR tudo aquilo que ele anseia receber...

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O teu nome - Miguel Gameiro

Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.

Falta me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha dor.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou entao dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

Porque todo ele é poesia,
corre pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

Falta-me dize-lo lentamente
falta soletra-lo devagar,
ou então bebe-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
quando a força faltar.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

(ESTEA LETRA É DEDICADA AO AMOR DA MINHA VIDA, À MINHA ALMA GÉMEA, AO MEU COMPANHEIRO NAS HORAS BOAS E REFÚGIO NAS HORAS MENOS BOAS, ...)

Foi, ainda, agora...

Foi há 9 anos;
Ainda sinto o que senti naquele dia;
Agora com mais intensidade...

Foi sentido algo forte,
Ainda o sinto,
Agora com mais intensidade...

Foi Amor?
Ainda pensei que não era possível,
Agora sei que sim, desde o primeiro dia...

Foi surpreendente;
Ainda sorrio;
Agora sei do que és capaz.

Foi arrepiante;
Ainda sinto acelerado o coração;
Agora espero pelo abraço.

Foi emocionante;
Ainda sinto a tua voz em mim;
Agora quero sentir-te.

Foi bom;
Ainda tenho na memória;
Agora quero revive-las.

Foi...
Ainda...
Agora...

Foi Amor...
Ainda é Amor...
Agora mais do que foi...

15.12.2010

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Carta ao Pai Natal

Uma vez que andamos em altura de escrever a carta com as prendinhas a pedir ao Pai Natal, sendo que por estes lados, também é usual termos uma, resolvi fazer a minha.

“Querido Pai Natal,

Como é do teu conhecimento não vale a pena escrever que fui boa menina, porque tu bem sabes que de menina nada tenho, pois o meu corpo é de mulher e a forma como vivo a vida o demonstra. Ok, ok, as formas do meu corpo “cheiinho” também demonstram que já sou bem graúda, mas adiante e reformulando o inicio da carta.
(…) Fui uma boa mulher, em todos os aspectos; não fiz mal a ninguém, aliás só faço bem, quando me dão oportunidade; todos os meus feitiços são bons, tu sabes que sim, quem está enfeitiçado por mim tem um sorriso de orelha a orelha… - ups, já sei não devo divagar, continuando - …e tantas outras coisas que poderia escrever para ter direito aos presentes que abaixo seguem:
 Uma bola de cristal, porque a que tenho está a ficar fosca, quando tento olhar para algo relacionado comigo é só nevoeiro que vejo;
 Um cheque prenda numa loja de “nails”, pois tenho de afiar as garras, estão gastas e não têm deixado marcas;
 Um, outro, cheque prenda de um bom cabeleireiro, em que seja um homem a tratar do meu cabelo, pois quero sentir as suas mãos a tentarem invadir os meus pensamentos;
 Outro cheque prenda de um spa, quero ser massajada por uma mulher, quero que me deixe relaxada mas em brasa,…
 Um gato que saiba fazer ronron comigo;
 Um feiticeiro que consiga concretizar os meus desejos e sonhos mais escondidos;
 Um homem, que me saiba tocar sentimentalmente;
 Um homem que me dê prazer
Por fim, deixa-me no sapatinho um papel a dizer:
“MulherGataeBruxa, tem juízo, que prendinhas só para as criancinhas”

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Não aguento mais..
Vou lançar-me deste abismo.
Sentir como fogem de meus pés
todas tristezas que me marcam.
Todas as lágrimas que caíram
Sobre a terra seca pelo sol
que me agoniza a dor.


Durante a queda
espero-te,
Meu anjo protector…
Agarra-me
pousa-me no chão firme.
Que tuas asas me protejam do frio que faz.
deixa-me chorar e soltar gemidos de angústia;
No fim, seca-me cada lágrima
com um beijo teu.
Ajuda-me a suportar esta dor e solidão.

Se não vieres…
Mergulharei neste mar de tristeza
deixarei que a água salgada pela dor
entre em mim…
Vou afogar-me…
Fecharei os olhos e deixarei vir até mim
Esse deus da morte Anubis
Que é metade homem metade lobo
Esse saberá receber a mulher que sou
E a gata que há em mim.


18.11.2010

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Loucura em final de dia

Conduzia em piloto automático, se me perguntassem onde estava teria de olhar em volta para poder responder; tinha sido um dia muito exaustivo, precisava de chegar a casa comer qualquer coisa, tomar um banho e deitar-me a relaxar.
Aquele trânsito no final do dia fazia com que o meu corpo estivesse ali, dentro do carro a conduzir em direcção a casa, mas meu pensamento encontrava-se ainda no meu local de trabalho, planificava o dia seguinte e lembrava-me de certas tarefas que não podia esquecer-me de realizar no dia seguinte.
Uma vez mais fiquei imobilizada na via, pelo trânsito, coloquei o carro em ponto morto, travei-o com o travão de mão para poder esticar um pouco as pernas; apoiei o braço na porta e pousei a cabeça sobre a mão, ainda concentrada nos pensamentos, assustei-me com o toque do telemóvel, atendi sem olhar para o visor.
- Olá Gata! Estás boa?
- Olá – disse sorrindo – sou boa, logo estou boa – terminei dando uma gargalhada.
- Sim isso já eu sei. E podes explicar-me porque estás tão pensativa?
- Eu pensativa?! Como sabes? – fiquei surpresa, como é que através da minha voz já tinhas percebido que estava a pensar.
- Sei que estás pensativa e o teu olhar diz tudo.
Sentei-me correctamente no banco e dei uma gargalhada.
- Sim, claro, o meu olhar diz tudo, tu até estás ao meu lado… – respondi-te brincando.
- Pois estou, tu é que não queres ver.
As tuas palavras deixaram-me em silêncio e a pensar no que querias tu dizer com aquilo, rapidamente percebeste por isso senti-te sorrir e disseste:
- Olha para o teu lado esquerdo. – Quando olhei para onde me tinhas indicado, vi-te sorrir para mim, esse teu sorriso que me encanta. – Sai na próxima rua à direita e pára. - Senti-te desligar o telemóvel. Todos os meus pensamentos tinham sido afastados por ti, sorria e desejava que o trânsito começasse a andar para poder seguir o que me tinhas dito.
Parei o carro, desliguei-o, abri a porta e sai, já estavas a estacionar atrás de mim e sorrias-me, - como o teu sorriso me conquistou, é lindo - fechei a porta e encostei-me à mesma para te esperar.
- Olá princesa! – Beijaste-me intensamente; como são poderosos todos os teus beijos, alteram de imediato o meu corpo, fico toda arrepiada, mas quente e desejosa por mais. Abracei-me a ti, - gosto dos teus abraços desde o primeiro dia, sinto-me protegida entre os teus braços, sinto o calor do teu corpo a aquecer o meu, sinto tudo aquilo que nos mantém assim, sempre, desejosos de estar um com o outro.
- Preciso destes teus beijos, não me fujas – pedi-te eu.
Colocaste-me o dedo nos lábios de forma a não dizer mais nada, afastas-te um pouco e começaste a admirar-me enquanto me passavas a mão pelos cabelos e me afastavas algumas madeixas do rosto - gosto destes momentos tão nossos. - Voltamos a nos beijar, sentir como me abraçavas e roçavas o teu corpo no meu deixou-me excitada. Abriste a porta de trás do carro e deste-me sinal para entrar, entrei e logo atrás tu, debruçaste-te para a frente e fechaste o carro, rapidamente vieste de encontro a mim, que esperava-te sorrindo.
Beijamo-nos intensamente, nossos desejos começaram a invadir-nos, senti as tuas mãos famintas devorarem o meu corpo.
Num ápice, comecei a desapertar-te a camisa, para poder sentir o teu peito nu; tirei-te a camisa, sempre a nos beijarmos. As tuas mãos puxavam-me o vestido para cima, começavam a arranhar-me, suavemente, as coxas - o que tu bem sabes que me deixa bem excitada. - Já te desapertava as calças quando paramos de nos beijar de forma a me auxiliares a ficarem desapertadas para poder agarrar no teu desejo por mim; estava duro, quente e húmido, que louco desejo e tesão; olhei-te de forma provocadora – algo só nosso – sorri-te e baixei-me. Levei a minha língua até àquela humidade que me esperava e desejava ser sugada, hummm, como era bom sentir o teu calor na minha boca, encostas-te no acento de forma a me deixares, lamber, sugar, enfim, devorar o teu desejo por mim.
As tuas mãos já me afastavam o boxer, indo de encontro ao meu calor e humidade – como fico molhada de excitação – senti os teus dedos suavemente me penetrarem, soltei um gemido de satisfação, por te ter ali a satisfazermos mais uma loucura.
Parei um pouco de lamber e olhei-te, agarraste-me os cabelos para teres uma visão do meu rosto e sorriste-me, fechaste os olhos e encostaste a cabeça; voltei a dedicar-me ao teu desejo, que estava muito apetecível. Os teus dedos continuavam a estar dentro de mim e a deixar-me ainda mais excitada, abri ainda mais as pernas, com a outra mão baixaste-me o vestido, desapertaste-me o soutien e agarraste os meus seios, massajando-os, os meus mamilos ficaram tesos de desejo; abocanhei ainda mais o teu desejo, hum…
Após alguns minutos de te ter dentro da minha boca, de tu me massajares o desejo e os seios, dizes:
- Quero-te dentro de mim.
Parei de te lamber e sorri:
- Eu também quero ter-te dentro de mim e vibrar em ti.
Sentas-te de forma a eu poder colocar-me em ti, lancei uma perna para o outro lado, levei a minha mão ao teu desejo, para o encaminhar para dentro de mim, fui-me sentando no teu colo e metendo-te dentro de mim; massajavas-me os seios e suavemente me trincavas os mamilos, hummm… Quando te tive completamente dentro de mim, tirei a mão e coloquei-as no acento, para ajudar-me no momento que se seguia.
Fechei os olhos e comecei a cavalgar no teu colo, sentia-te tocar-me bem no fundo, isso deixava-me ainda mais molhada, tua boca nos meus seios, faziam com que ficasse ainda mais louca e a desejar mais e mais, cavalgava que nem uma louca, queria sentir-te bater bem no fundo. Beijei-te, precisava de sentir paixão naquele momento, precisava de sentir que o desejo era dos dois, que as loucuras são nossas, que o que nos mantém juntos é sermos apaixonado pelos momentos partilhados a dois; sabias que era isso que buscava por isso deste-me.
Sei que nesse dia a excitação era tanta que o tempo de cavalgar em ti e sentir-te bater bem no fundo foi pouco, pois ambos sentimos necessidade de expulsar a nossa excitação rapidamente. Olhamo-nos nos olhos e ambos estávamos preparados para aquele momento; o que nos fez parar o carro num parque de estacionamento, iluminado pela lua e com o som do uivar de um cão qualquer daquelas casas mesmo ao lado e na rua de cima o trânsito ainda lento, como é habitual naquela hora do dia; continuei a cavalgar, colocaste-me as mãos nas ancas e ajudavas-me nos movimentos para cima e para baixo, levei a minha mão á boca humedeci a palma e posteriormente levei até aos teus amiguinhos redondos, massajei-os; ambos fechamos os olhos e partimos para aquele momento em que o vulcão lança a sua lava, em que o tsunami invade as praias, em que o sol e a lua se juntam formando um eclipse, estávamos a ser um só, estávamos a ter um orgasmo, sentia-me ficar toda molhada e sentir o teu suco bater bem no fundo; estremeci de uma forma louca… hummm…
No final olhamo-nos, beijamo-nos e ficamos abraçados durante uns minutos, cada qual com os seus pensamentos, mas a relaxar daquele louco momento. Saí do teu colo, limpei-nos e começamos a nos arranjar.
Depois de prontos, olhamo-nos uma vez mais e sorrimos.
- Gata, gostei muito de conversar contigo, este final de tarde, espero que haja mais conversas deste tipo.
- Claro que sim, sempre que quiseres podemos conversar. - Sorri-te e levei um dedo à boca mordendo-o de forma a provocar.
Beijaste-me levemente os lábios e saíste do carro, deste-me a mão para me ajudar a também sair.
Ficamos de frente um ao outro, olhávamos bem no fundo enquanto sorriamos; um novo beijo foi dado. Caminhaste em direcção ao teu carro, abriste-o, atiraste-me um beijo e entraste. Fechei a porta traseira, abri a da frente, acenei-te e atirei-te um beijo, que respondeste piscando o olho, entrei para o carro e segui com um sorriso nos lábios e já relaxada o suficiente, para que assim que entrasse em casa, tomaria um banho, comia algo e iria dormir de imediato com o cansaço daquele final de tarde.


27.10.2010

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Eu não sei bem o que se passa, mas que algo se passa, passa

Já olhei várias vezes para o calendário a confirmar se estamos mesmo no mês de Outubro; já me belisquei para ter a certeza de que não é nenhum sonho. Fevereiro é que é o mesmo dos gatos, logo o mês em que ando mais assanhada e que com o cio os gatos procuram-me, mas estamos em Outubro Estou bem acordada, por isso aquilo que vivo ou me dizem é mesmo verdade.

Pois bem, passo a explicar este meu prefácio:
O meu ego está bem lá no alto, por isso já sei que a queda vai ser impressionante, vou ficar toda partida e vou ter de chamar uma ambulância, só rezo que não me apareça um bombeiro fardado pela frente, aí esquecerei as dores… - ai as fardas… bem adiante… - escrevia eu sobre o ego, nestes últimos dias tenho recebido muitos elogios, preparem-se, agora vem a melhor parte, de homens e mulheres, sim mulheres também me têm deixado sem palavras…
Há uns dias atrás um colega disse-me que eu sou tipo furacão, que ninguém fica indiferente pois é tamanho o abalo que quase caem a meus pés – algo que considero exagerado, eu sei, que por onde passo o meu perfume permanece, que marco o local, mas daí a ser um furacão ainda vai uma distância.
Ontem recebi uma mensagem, anónima, em que era mencionado que estava incrivelmente bonita e provocadora e que tenho feito parte dos seus desejos e sonhos - como devem imaginar fiquei toda babada, mas surpresa por a mensagem ser anónima; até ao presente momento, ainda sem saber o remetente. :)
Uma mulher, amiga, surpreendeu-me e beijou-me… hummm, que beijo bom aquele… depois, por mensagem, diz-me que gostou muito e ainda afirma que quer repetir - os meus pensamentos entraram a alta velocidade nos desejos mais íntimos, eu não sou de ferro… também tenho calores e fico húmida.
Uma amiga, escreveu-me que me imagina como um vulcão no que se refere à intimidade - eu?!… uma gatinha mansinha ser um vulcão?… deve andar a imaginar coisas… logo eu, tão pacata, discreta e introvertida… :) :)
Um grande amigo, que confesso já foi uma grande paixão e vivida com muita intensidade, olhou-me nos olhos e disse-me que estou diferente, que o meu olhar é provocador e que se sente novamente atraído, que o meu olhar deixa-o com desejos íntimos – :) fiquei sem palavras e fechei os olhos… pensei logo, tenho de colocar uns óculos de sol, beijei-lhe a mão e pedi-lhe para se ir embora.
No meu local de trabalho têm-me dito alguns piropos; que estou com uma pele bonita; com um brilho no olhar especial; até uma superior, das de mais alto nível, disse-me, ontem, que se soubesse assobiar que me assobiaria só ao ver-me passar, pois estava incrivelmente bonita… fiquei vermelha… e sorri…
Por isso o meu ego está bem lá no alto, mas já sei o que me espera, uma descida muito turbulenta, por isso peço aos meus amigos, por favor, quando eu parar de cair, POR FAVOR não me mandem ninguém fardado, porque se me aparece alguém fardado à frente vai levar com toda esta minha excitação...

28.10.2010

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Os teus beijos

Os teus beijos, intensos, envolventes, quentes, doces, desejáveis, loucos...
Os beijos que tantas vezes me deixaram fora de mim
Lentamente vão ficando distantes de mim...
Vão desvanecendo de mim.
Já quase não sei como é o toque dos teus lábios no meus,
Deixei de distinguir o seu sabor…
Já não sinto o teu cheiro em mim…
Tudo vai desvanecendo…
Na memória resta um primeiro abraço,
Um primeiro sorriso,
Um primeiro beijo,

Mas os beijos mais recentes, que já são longínquos no tempo, esses se apagaram de mim…


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amo.te

Presente de Natal para a minha alma gêmea