Tinha desligado o telemóvel, de ter estado a falar contigo, dizias-me que ainda tinhas que terminar uns trabalhos por isso ainda ficarias pelo escritório, como não te queria atrasar o trabalho, deixei-te um enorme beijo e dei um até manhã. Conduzia pelas ruas movimentadas num final de dia, numa cidade cosmopolita; o tempo estava um pouco enublado e chuviscava. Sorria com os meus pensamentos, pensava e quase revivia os intensos momentos que passamos juntos, a forma como nos envolvemos, todo o efeito que temos um no outro, como os nossos corpos se manifestam na presença um do outro… Passei a minha mão pela minha rata que estava quente, já humedecia o fio dental; fechei por momentos os olhos, uma vez que estava parada numa fila de trânsito, suspirei, puxei o fio dental para o lado e passei os meus dedos pelo meu clitóris; estremeci, pois imaginei serem as tuas mãos e senti o teu perfume no ar… que tesão me deu. Abri os olhos e dei uma gargalhada, só de pensar em ti fico toda molhada e pronta a receber-te.
Estacionei o carro, peguei na minha carteira, sai, fechei o carro e comecei a caminhar; sentir aquela neblina no meu rosto ajudou-me a acalmar e a arrefecer um pouco; subi as escadas e começo a ouvir uma voz, discretamente entro, sem fazer barulho, aproximo-me, mais ninguém está ali, apenas eu e tu, que te encontras a escrever algo no Word e com o telefone no ouvido, a falar com alguém… mantenho-me distante, de forma a não sentires a minha presença, desligas o telefone e tua atenção está agora no texto que estás a dactilografas; aproximo-me mais de ti, silenciosamente, bufo-te na orelha, mexes um pouco a cabeça mas permaneces concentrado no que escreves. Percebo que não é assim que vais sentir-me por perto, por isso levo a minha mão até ao teu pescoço e suavemente deixo que minhas unhas passem pela tua pele, nesse instante percebes que alguém está ali, viras-te de imediato; sinto que teus olhos me devoram lentamente, debaixo para cima, lanças-me um sorriso enorme, levantas-te, aproximas-te de mim, levas as tuas mãos ao meu rosto:
- Sua bandida, que fazes aqui? – beijas-me intensamente – eu disse-te que esta estava a trabalhar, tenho de terminar umas coisas sem falta hoje. – ficaste a sorrir e a olhar-me nos olhos.
- Eu sei, por isso vim ajudar-te – levemente deixo que os meus lábios toquem os teus.
Dás uma gargalhada, sem deixar de me apertar o rosto e teu olhar contemplar-me:
- Mas tu sabes que a tua presença não me deixa trabalhar, não tenho concentração, quer dizer a minha concentração perde-se em ti e por ti além de que…
Não te deixo terminar a frase, abraço-te e minha boca devora a tua; beijamo-nos loucamente, as mãos percorrem o corpo um do outro. Quando sinto o teu pau bem duro, solto um gemido de muita tesão… faço com que te sentes, abro as pernas e sento-me no teu colo, roço a minha rata em ti, quero sentir esse tesão que tens por mim… Minha boca busca a tua; beijamo-nos, enquanto são soltos alguns gemidos; as tuas mãos agarram as minhas nádegas e puxam-me ainda mais para ti, estamos muito excitados.
Ouvimos uma porta bater, ambos nos levantamos rapidamente e fico sem reacção, não sabendo o que fazer…
- Eu deveria estar sozinho, tu não podes estar aqui, sabes disso.. – murmuras-me, teu rosto ficou muito sério, sinto-te muito nervoso, enquanto ouvimos os passos subindo a escada, - tens de desaparecer… o que estamos nós a fazer?…
Olho ao meu redor, e dou-te sinal para ficares calado, não vejo onde me possa esconder, até que… Baixo-me ficando debaixo da tua mesa. Dou-te sinal para te sentares e fazeres de conta que trabalhas, dessa forma fico tapada e ninguém me vê, uma vez que a tua secretária é tapada na parte da frente. Sorris e rapidamente te sentas, puxas-te para a frente e fazes de conta que trabalhas, se é que consegues disfarçar.
- Então, ainda estás por aqui, pá? – ouço a voz de um colega teu a vir em direcção à tua mesa.
- Sim, tenho de terminar umas coisas que necessito ter prontas à primeira hora de amanhã.
Percebi que o teu colega estava com disposição a estar ali mais algum tempo, pois começou a falar do seu dia e dos problemas que lhe tinham acontecido; eu continuava encolhida naquele espaço mínimo; sentia-te nervoso, só podias estar, com toda aquela situação e a culpa era minha, mas foi um impulso…
A minha mão tocou a tua perna, estremeceste e o teu colega perguntou-te o que se passava, respondeste-lhe que tinhas sentido um arrepio, ele riu-se e disse que era impressão tua, mas retomou a conversa, não queria mesmo sair dali… Apertei-te a perna e pensei, “Vou aproveitar este momento, ele vai ter se controlar, não se pode denunciar”. Deixei que as minhas mãos percorressem as tuas pernas, quando cheguei ao teu pau apertei-o ligeiramente, rapidamente uma mão tua veio ao encontro da minha, de forma a eu parar, parei com essa, mas a outra começou a percorrer a tua outra perna; seguravas-me uma mão com a tua mão e abanavas a perna que te tocava… senti os teus nervos na tua voz, parei… Mas por pouco tempo, quando sinto que soltaste a minha mão, deixo passarem alguns segundos e novamente massajo o teu pénis, desta vez não me agarraste a mão, por isso continuei a massajar e roçava meu peito nas tuas pernas… começaste a ficar novamente excitado, massajei com mais intensidade…desapertei o primeiro botão das calças e novamente a tua mão prendeu uma das minhas, mas com a outra, soltei-a, como não querias dar nas vistas ao teu colega que algo se passava por baixo do tampo da secretária, cedes-te… desapertei todos botões e tirei o teu pau dos boxers… humedeci a palma da mão e levei-a até ao teu pau duro, bem teso, e massajei-o… dei um jeito à cabeça e levei a minha boca até ao teu pau, abocanhei-o, hummm, como estava quente e húmido…com movimentos de sobe de desce o vou lambendo…
- Bem, camarada, tenho de trabalhar, desculpa, mas tenho mesmo de terminar. – dizes para despachares o teu colega, continuas nervoso mas muito excitado.
- Eh pá, eu é que te peço desculpa, pois vim buscar um documento que me esqueci e como te vi aqui dei duas de letras, mas se estás aqui é porque queres adiantar o teu serviço. Desculpa. Bem vou embora, já tenho o que eu quero. Até manhã.
- Até manhã, companheiro.
Ouço os passos a percorrerem o escritório, em direcção à porta; continuo com o teu pau dentro da minha boca, com as mãos a fazerem movimentos circulares e a minha boca com movimentos de para cima e para baixo, hummm que loucura tão boa.
Fecha-se uma porta à chave, tu empurras a cadeira para trás, lentamente, de forma a não te magoar, olhas-me muito sério, sei que aquele ar sério não é de todo verdadeiro, se fosse não estavas com tesão.
Dás-me a mão e puxas-me para ti:
- Anda cá minha bandida, tu sabes como estou nervoso?
- Sim, nervoso, mas excitado… – sorrio-te enquanto me sento na secretária, afasto as pernas, subo a saia, afasto o fio dental, olho-te nos olhos, enfio dois dedos na boca e depois levo-o à minha rata e penetro-os…
- Ah safada, é agora, que te apanho e parto-te toda.
- Isso vem, faz-me tua.
Levantas-te rapidamente da cadeira, as calças escorregam-te pelas pernas, aproximas-te de mim, baixas os boxers… pego no teu pau e levo-o até à minha rata que está bem molhada à tua espera, penetras-me lentamente e beijas-me loucamente… as minhas mãos agarram as tuas nádegas para que penetres mais em mim, hummm… pouso as mãos na beira da mesa, para ajudar-me nos movimentos de vai e vem; tu penetras-me profundamente…
- Da forma como me deixaste não vou aguentar muito tempo, bandida.
- Eu também não, meu querido – levo-te uma mão à cabeça, puxo-a para mim, e beijo-te.
Intensificamos os movimentos… como é bom sentir-te assim dentro de mim, loucamente, com muito tesão. Nossos rostos se afastam a respiração intensificasse ainda mais, assim como os movimentos da anca e do vai em bem, sinto-me pronta a te receber… olhamo-nos nos olhos, sinal de que estamos prontos, um gemido único é solto, os movimentos suavizam, levo as minhas mãos às tuas nádegas e aperto-as contra mim,… hummm…. temos um louco orgasmo…
Passados alguns instantes, afastas-te, agarro a minha carteira e tiro uns toalhetes, estendo-te um para que te possas limpas, também me limpo; coloco-me de pé e fico a olhar-te, a ver-te subir as calças com um sorriso de orelha a orelha, pois foi uma situação muita tensa mas depois foi mais intensa; quando terminas aproximo-me de ti, levo uma mão ao teu rosto, inclino um pouco o meu sorrio-te.
- Bem, vou deixar-te trabalhar, vou embora tenho um jantar…
- Onde vais safada???
- Vou ter com umas amigas e depois do jantar quem sabe? - sorris-me, beijo-te intensamente - Vem abrir a porta, já estou atrasada.
Sorris, e acompanhas-me à porta.
- Vou jantar, já sabes, desejo-te a continuação de um excelente trabalho.
- Vai lá mas porta-te bem.
- Sim, já sabes que sempre, bem mal – dou uma gargalha e caminho em direcção ao carro.
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